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| (Reprodução/Pinterest) |
Esta civilização tem sua história dividida em 03 monarquias, liderados por vinte dinastias até a Época Baixa (30 a.C.) quando foram conquistados pelos romanos. O faraó era considerado senhor de todo Egito, representando um deus vivo sua figura estava presente em todas as manifestações artísticas.
O Egito foi uma das maiores civilizações que já existiram de todos os tempos. Tiveram grande conhecimento em várias áreas, como por exemplo na tecnologia, arte e arquitetura. Eles que, notadamente, iniciaram a medicina, a matemática e a astrologia. Também possuíram grande conhecimento estético, tanto os homens como as mulheres. A vaidade, beleza e ostentação, são características marcantes desse povo. Até as pessoas de classes sociais mais baixas gostavam de usar vários ornamentos para se embelezar.
As castas mais baixas andavam quase ou totalmente nus (que era vista de certa maneira algo normal). As castas mais altas usavam roupas feitas de linho e algodão, com cortes simples, e sua cor natural. Adoravam a transparência pois permitia-lhes mostrar a beleza de seus corpos.
A pessoa mais comum usada pelos egípcios era o chanti, que era um pedaço de tecido amarrado na cintura como uma tanga, quanto mais alta a casta melhor era o chanti (com bordados em ouro e pedras preciosas, pregas e gomas).
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| Chanti (Reprodução/Pinterest) |
O haik, que era uma túnica longa, era usado normalmente pelas mulheres.
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| Haik (Reprodução/Pinterest) |
O kalasiris, era usado pela alta classe masculina e feminina. Era um capa retangular que podia virar uma túnica se costurada de lado. Ele era feito de tecidos leves e transparentes usado por cima do haik ou do chanti. Quando havia drapeados e plissados ressaltava ainda mais os símbolos de riquezas.
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| Kalasiris (Reprodução/Pinterest) |
Para os adereços, existia o oskh, que era uma gola larga coberta por jóias, cobrindo o peitoral, usado tanto por homens quanto por mulheres; e a kafle, um adereço de cabeça feito em papiro usado pelos nobres e faráos.
A higiene era outro quesito essencial para os egípcios. Por esse motivo [e por outros, evidentemente], se houvesse uma infestação de piolhos, cabeças de ambos os sexo eram raspadas e cobertas depois com perucas. Um corpo com pelos não era desejável nem para homens, nem para mulheres.
Acreditava-se que perucas eram usadas também pela proteção do sol e status social, produzidas com folhas vegetais, linho, palmeira e até mesmo cabelos naturais. Os que mantinham os cabelos usavam de forma bem características, com os fios enrolados. Já os guerreiros usavam capacetes de metal em forma de elmos.
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| Perucas egípcias (Reprodução/Pinterest) |
As jóias utilizadas em abundâncias – colares, braceletes, entre outros– eram considerados indispensáveis, por isso eram colocadas nas sepulturas. Para o povo eram jóias feitas de vidros, para os nobres, pedras preciosas não lapidadas. Os faráos usavam peles de leopardo jogadas por cima dos ombros, para demonstrar poder. Há referências que dizem que nos pés, somente o faraó e os sacerdotes podiam calçar sandálias – feitas de papiro –. Mulheres e todo o resto da sociedade, seja rico, seja pobre, andavam descalços. No entanto, essa afirmação não é bem estabelecida, pois existem estudiosos que dizem que todos podiam usar, mas não era algo tão comum na civilização, afirmando ser no Egito em que nasceram as primeiras sandálias.
Os antigos egípcios davam uma enorme importância para o vestuário, jóias e principalmente os cosméticos, e às vezes é difícil acreditar que os óleos, aromatizantes, esfoliação, argila, hena, maquiagem, esmalte entre outros itens [tão comuns e indispensáveis atualmente], já estiveram presentes numa civilização tão distante da nossa. A hena já era utilizada para tingir unhas, escurecer cabelos e pintar o corpo. Nos olhos marcados usavam maquiagem preta e sombra verde.
Referência Bibliográfica:
http://www.compraseumfusca.com.br/2015/09/indumentaria-do-antigo-egito.html?m=1





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